Galadriel - A Senhora da Luz

05/06/2018

Galadriel, Senhora de Lórien e dos Galadhrim, a Dama Branca da Floresta Dourada. Galadriel nasceu em Valinor na Era das Árvores e era filha de Finarfin (filho de Finwë), rei dos Noldor, e de Eärwen, filha do rei Olwë de Alqualondë. Finrod (mais tarde chamado Felagund, senhor das Grutas), Orodreth, Angrod e Aegnor eram seus irmãos. O seu nome dado pela mãe era Nerwen (donzela-homem) e o nome dado pelo pai era Artanis (mulher nobre) pois era este o costume entre os Eldar. Mas mais tarde, o nome por ela escolhido para ser o seu foi Galadriel, "pois era o mais bonito dos seus nomes e tinha-lhe sido dado pelo seu apaixonado, Celeborn"- Contos Inacabados, pág. 253. Mesmo entre os Eldar, Galadriel era considerada bela e o seu cabelo uma maravilha sem igual. Os Eldar diziam que a luz das duas árvores, Laurelin e Telperion, tinham sido aprisionadas nas suas tranças e muitos pensaram que foram estas palavras as primeiras a dar a Fëanor a ideia de aprisionar e misturar a luz das árvores nos Silmarils

Era orgulhosa, forte e voluntariosa e, como todos os Noldor, tinha um amor apaixonado pelas artes manuais, tendo sido pupila de Aulë e Yavanna. Possuía o dom maravilhoso de ler as mentes dos outros, mas julgava-os com clemência e compaixão e existia nela o nobre e generoso espírito dos Vanyar. A sua história é um bocado confusa: Galadriel aderiu à rebelião contra os Valar quando a luz de Valinor escureceu ou opôs-se a Fëanor em todos os sentidos? Ela estava ansiosa por partir e as palavras de Fëanor atearam-lhe um fogo no coração, pois desejava governar um reino na Terra Média segundo a sua própria vontade. Foi a única mulher dos Noldor a erguer-se entre os príncipes em contenda quando Fëanor e os seus filhos fizeram o seu juramento contra os Valar. No entanto, ela própria não fez qualquer juramento e não gostava nem confiava em Fëanor; por isso, partiu com a hoste de Fingolfin e Finarfin, seu pai, que não queriam abandonar o seu povo. Tudo indica que Galadriel lutou furiosamente contra Fëanor, no ataque cruel aos Teleri, seus parentes; Angrod afirmou a Thingol em Menegroth que a família de Finarfin era inocente da matança dos Teleri

É provável que tenha sido das que seguiram o caminho por terra, até aos confins do reino guardado, onde se encontrava Mandos, que lhes ordenou que parassem e ouvissem a sua profecia. Finarfin, pai de Galadriel, abandonou então a marcha e voltou para trás, cheio de desgosto e amargura contra a casa de Fëanor, devido ao seu parentesco com Olwë de Alqualondë e muito do seu povo acompanhou-o. Receberam o perdão dos Valar e Finarfin reinou sobre os Noldor do reino abençoado. Mas os seus filhos seguiram Fingolfin, receando enfrentar o julgamento dos Valar; e o orgulho de Galadriel impedia-a de voltar para trás; e assim foi também abrangida pela interdição de regressar a Valinor. Penetraram muito no Norte de Arda e aproximaram-se de Helcaraxë, o estreito entre Araman e a Terra Média. Era considerado impassível. Como não havia barcos que chegassem para todos, Fëanor e os seus filhos partiram primeiro, pois tinham conservado o domínio da frota que tinham roubado aos Teleri e embarcaram com todos aqueles que consideravam fiéis, deixando Fingolfin em Araman

Quando desembarcaram na Terra Média , Fëanor queimou os barcos para que não fossem buscar a hoste de Fingolfin, que viu a luz ao longe e compreendeu que tinham sido traídos. Então, realizaram um feito único: os restantes Noldor, conduzidos por Fingolfin e seus filhos, e por Finrod e Galadriel, ousaram atravessar o crudelíssimo Norte e os seus cruéis montes de gelo. Poucos dos feitos posteriores dos Noldor ultrapassaram essa desesperada travessia em dificuldades e tormentos, chegando à Terra Média quando o Sol se ergueu pela primeira vez. Galadriel foi bem recebida em Doriath porque a sua mãe era sobrinha de Thingol e tornou-se amiga de Melian, por intermédio da qual aprendeu muita tradição e sabedoria a respeito da Terra Média. O mais provável é ter conhecido Celeborn em Doriath, neto do irmão de Thingol, e acabaram por casar. É provável que tenham estado presentes na ruína de Doriath, e talvez tenham ajudado a fuga de Elwing para os Portos do Sirion com o Silmaril

Depois da queda de Morgoth, na Grande Batalha ou Guerra da Ira, os Valar chamaram os Elfos da Terra Média para partirem para a Ilha de Eressëa, perto de Valinor. Mas nem todos os Eldar estiveram dispostos a abandonar a Terra Média, e entre eles contava-se Galadriel. Não se sabe ao certo se Galadriel recusou o perdão dos Valar ou se ficou por amor a Celeborn - ou talvez tenha ficado por ambas as razões. Atravessaram Ered Lindon e chegaram a Eriador e durante algum tempo viveram nas imediações do Lago Nenuvial. Seguiram-nos muitos Elfos Noldor e de Doriath, que tinham sobrevivido das guerras da 1ª Era e que acabaram por considerar Galadriel e Celeborn seus senhores. A filha de ambos foi Celebrían e há algumas dúvidas se Amroth foi ou não filho deles. No ano 750 da 2ª Era, seguiram para Oriente e fundaram o reino de Eregion e a cidade de Ost-in-Edhil. A localização da cidade está relacionada com a proximidade com o reino de Khazad-dûm, onde tinha sido encontrado mithril (prata dos anões): existia pois algum interesse econômico e a possibilidade de transações comerciais. Durante cerca de 1000 anos, Elfos e Anões viveram e trabalharam juntos, um clima de paz e amizade. Mas é possível que Galadriel tenha tomado consciência que uma nova sombra estava a crescer e a formar-se mais para Oriente; e que tenha pensado e escolhido Eregion vendo os Anões sob o olhar de um comandante e uns bons aliados. 

Pois Galadriel tinha maior visão do que Celeborn (que não sentia nenhuma simpatia por Anões, desde a sua participação na destruição de Doriath, e portanto deve ter-lhe desagradado a escolha de Galadriel) que percebeu desde o princípio que a Terra Média só podia vencer o "resíduo do mal" que Morgoth deixara atrás de si com a união de todos os povos que se lhe opunham. Sabia que os Anões eram guerreiros valorosos e sentia uma simpatia natural pela sua mentalidade e pelo seu amor apaixonado pelas artes manuais. Galadriel, ajudada pela sua amizade com os Anões de Mória, estabeleceu contacto com o reino Nandorin de Lórinand, do outro lado das Montanhas Nebulosas. Estes Elfos viviam despreocupados, enquanto o poder de Sauron se concentrava. Mas muitos Sindar e Noldor foram viver com eles, passando por Khazad-dûm e sob os auspícios de Galadriel, que se esforçava por contrariar as maquinações da nova sombra que tomava forma. Assim iniciou-se a "sindarização" desses Elfos, pois Galadriel achava importante que eles encontrassem amizade e ensinamentos. 

Com Galadriel e Celeborn estava um joalheiro Noldorin chamado Celebrimbor, que formou uma sociedade muito poderosa de artesãos, a Gwaith-i-Mírdain. Sauron enviou emissários a Eriador, e por fim apresentou-se ele próprio revestido da forma mais bela que conseguiu e fez-se passar por Annatar, emissário dos Valar e enviado por eles à Terra Média para lhes prestar auxílio. Mas Galadriel desconfiou de Annatar, pois não se lembrava dele de Valinor; e tinha certamente recebido avisos de Gil-galad, pedindo para não autorizar a sua entrada em nenhum reino élfico. Sauron compreendeu logo que Galadriel seria sua adversária; portanto, começou a trabalhar secretamente com Celebrimbor e com os artesãos da Gwaith-i-Mírdan, pois os seus membros desejavam muito conhecer os seus ensinamentos secretos, acerca de assuntos do seu ofício. Decorrido pouco tempo, Sauron tinha a Gwaith-i-Mírdan sob a sua influência, sem que Galadriel e Celeborn o soubessem. Tão grande se tornou o poder de Sauron (ou Annatar) sobre os Mírdain que, por fim, os persuadiu a revoltarem-se contra Galadriel e Celeborn e a apoderarem-se do poder em Eregion; então, Galadriel, levando consigo os filhos, passou por Khazad-dûm e foi para Lórinand, onde assumiu o poder e a defesa contra Sauron. Celeborn não quis entrar na Mansão dos Anões e permaneceu em Eregion. No entanto, Celebrimbor não estava corrompido no coração: apenas acreditava que Sauron era aquilo por que se fizera passar, e tinha um grande desejo que a sua fama ultrapassasse a de Fëanor

Cerca do ano 1500 (2ª Era) os Mírdain começam a fazer os anéis do poder. Sauron, secretamente, forja o Um na Montanha de Fogo para os dominar, introduzindo nele muita magia, malícia e parte do seu poder. Mas Celebrimbor apercebeu-se do Um, compreendeu o perigo que ele representava e revoltou-se contra Sauron. Foi a Lórinand aconselhar-se com Galadriel, que lhe disse que os 3 anéis élficos (que foram forjados apenas por Celebrimbor e a mão de Sauron nunca lhes tocara) deviam ser escondidos, nunca usados e dispersos muito longe de Eregion, onde Sauron julgava que estavam. Foi nessa altura que recebeu Nenya, o Anel Branco, de Celebrimbor, que confiou Narya e Vilya a Gil-galad, em Lindon. Quando Sauron soube da revolta de Celebrimbor, caiu-lhe o disfarce e invadiu Eriador com uma grande força. Elrond foi em auxílio dos Elfos de Eregion a pedido de Gil-galad, e Celeborn que tentava conter Sauron, acabou por juntar a sua força à de Elrond. Mas o exército de Sauron era muito maior. Celebrimbor resistiu em Ost- in-Edhil mas foi aprisionado e a casa dos Mírdain saqueada. Mas Sauron não descobriu os três anéis élficos, apesar de ter torturado Celebrimbor até à morte; e então calculou que tinham sido confiados a guardiões élficos e isso devia significar Galadriel e Gil-galad. Sauron tentou conquistar o domínio de Eriador e investiu contra as forças de Elrond

Mas Dúrin mandou uma força de Anões de Khazad-dûm, com a qual iam muitos Elfos de Lórinand comandados por Amroth. Elrond foi obrigado a recuar para norte e foi nessa altura que estabeleceu um refúgio e fortaleza em Rivendell. Sauron voltou-se então para os Anões e Elfos de Lórinand, que repeliu; mas os Elfos fugiram por Moria, os Anões fecharam as suas portas e ele não conseguiu entrar. Sauron tentou então invadir Lindon, onde esperava apoderar-se de um ou mais dos três anéis élficos. Mas a sua força foi enfraquecida, pois teve que deixar um forte destacamento para conter Elrond e impedi-lo de o atacar pela retaguarda. Gil-galad pediu auxílio aos Numenoreanos, Tar-Ministar enviou uma grande armada e o exército de Sauron foi derrotado e repelido; ele próprio escapou por um triz. Eriador foi libertado do inimigo, mas grande parte ficou em ruínas. Durante muitos anos as terras Ocidentais tiveram paz e tempo para sarar as suas feridas. Galadriel confiou Lórinand a Amroth , passou por Khazad-dûm com Celebrían e chegou a Rivendell, onde se encontrava Celeborn. Nessa altura realizou-se o 1º Conselho Branco, onde foi determinado que deveria ser mantida a fortaleza élfica em Rivendell e Gil-galad deu Vilya, o anel azul a Elrond

Depois, Galadriel, Celeborn e Celebrían partiram de Rivendell e habitaram em Belfalas, no local que depois foi chamado Dol Amroth. Só quando a 3ª Era ia avançada, quando Amroth se perdeu no mar e Lórinand ficou em perigo, pois uma nova sombra crescia na fortaleza de Dol Guldor e só podia significar o regresso de Sauron, Galadriel regressou e assumiu novamente o poder e a defesa de Lórien contra Sauron, transformando-a num ponto de força que o impedia de atravessar o Anduin e também um refúgio de paz e beleza. No entanto, Galadriel sofria porque à sua volta as árvores e as flores morriam, e pensava que os Valar tinham esquecido a Terra Média. Mas Olórin (ou Gandalf) quando a visitou em Lórien, afirmou: "Não é assim. Os olhos deles não estão obscurecidos nem os seus corações endurecidos. Como prova, isto vos trouxe de Yavanna - e colocou diante dela a Elessar, uma pedra que tinha o poder maravilhoso de sarar e rejuvenescer - usai-a como quiserdes e durante algum tempo fareis da terra da vossa residência o lugar mais belo da Terra Média. Mas não é para a possuirdes. Entregá-la-eis quando o momento chegar, pois, antes de vos cansardes e finalmente abandonardes a Terra Média, alguém virá que deverá recebê-la e o seu nome será o da pedra: Elessar será chamado." - (Contos Inacabados, pág. 270). Quando Eorl veio com o seu grande exército do Norte em socorro de Cirion, estavam já muito cansados e receosos quando a sua hoste passou perto da sombra de Dol Guldur. 

Mas Galadriel lançou um manto de proteção sobre eles, uma névoa branca que repelia o negrume, que os ocultou de Sauron e que os sarou da fadiga. Tal facto não passou despercebido a Borondir, que disse a Eorl: "A Senhora da Floresta Dourada está do nosso lado, parece" - (Contos Inacabados, pág. 314). Depois de terem perdido Gandalf em Mória, a Irmandade do Anel passou por Lórien, exaustos e desgostosos. Lá puderam descansar e renovar forças. Galadriel contou aos elementos da Irmandade que foi ela quem 1º convocou o Conselho Branco, depois da volta de Sauron, e que por sua vontade, teria sido Gandalf a dirigir esse mesmo Conselho. Também permite que Sam e Frodo vejam no seu espelho, uma bacia de prata, que revela coisas do passado, presente e futuro... um pouco da magia dos Elfos. Sam vê Frodo a dormir profundamente e também o flagelo do Shire, e fica muito preocupado. Frodo vê uma figura branca, vaga e pequena a caminhar, que lhe recorda Gandalf. E depois vê o olho de Sauron, a girar e a procurar; e o anel que trás ao peito torna-se pesado como uma pedra. Frodo fica muito assustado, mas Galadriel tranquiliza-o, dizendo que a sua terra não é só defendida com canções e arcos élficos contra o inimigo. E Frodo vê na mão da Senhora Nenya, o Anel Branco. E diz: - É sensata, destemida e bela, Senhora Galadriel. Dar-lhe-ei o Anel Um se mo pedir. É um problema demasiado grande para mim. - Sensata poderá a Senhora Galadriel ser, mas encontrou quem lhe está à altura em cortesia. Começa a ver com olhar penetrante. Não nego que o meu coração desejou muito pedir o que me oferece. 

Há muitos anos que medito no que poderia fazer se o Grande Anel me viesse parar às mãos, e agora veja: está ao meu alcance! O mal que foi engendrado há muito tempo atua de muitas maneiras, quer o próprio Sauron vença ou caia. Não seria um nobre feito, a ser levado a crédito do seu anel, se eu o tirasse pela força ou pelo medo ao meu hóspede? "E agora, finalmente, Frodo dar-me-á o anel livremente! No lugar do Senhor das Trevas colocará uma rainha. E eu não serei tenebrosa, mas sim bela e terrível como a Manhã e a Noite! Bela como o Mar, o Sol e a Neve da Montanha! Amar-me-ão e desesperarão todos! Levantou a mão, e do anel que usava saiu uma grande luz que só a iluminou a ela e deixou tudo o mais nas trevas. Mas depois baixou a mão, a luz desvaneceu-se e ela riu-se de novo: - Passei na prova - declarou. - Diminuirei, irei para Ocidente e continuarei a ser Galadriel. (A Irmandade do Anel - pág. 419) Desta forma, ao recusar de livre vontade o Um Anel, rejeitou também o seu desejo de dominar e, após a derrota de Sauron, partiu finalmente para a Ilha de Eressëa, à vista de Aman. Pois Galadriel temia que os Valar ainda não lhe tivessem perdoado a sua rebelião; mas a sua interdição foi levantada como recompensa pelos seus serviços contra Sauron e, principalmente, por ter resistido à tentação de aceitar o Um Anel quando este lhe foi oferecido. 

 Na despedida de Lothlórien, os membros da Irmandade recebem vários presentes de Galadriel: as capas élficas, as "famosas" lembas , os barcos; Legolas recebe um arco dos Galadhrim; a Sam coube uma caixinha com terra com as bençãos de Galadriel e uma corda élfica. Gimli teve uma prenda única, uma madeixa do cabelo de Galadriel, que tornaria uma herança de família. A Aragorn, Galadriel oferece uma bainha para a sua espada e a pedra Elessar, dizendo: "Dei esta pedra a minha filha, Celebrían, e ela à sua; e agora passa para as suas mãos, como penhor de esperança. Nesta hora assuma o nome que lhe foi destinado, Elessar, o Pedra Elfa da Casa de Elendil" (Irmandade do Anel- pág. 430). A Frodo, Galadriel entrega um frasco onde estava aprisionada a luz da estrela de Eärendil no meio da água da sua fonte, dizendo: "Que seja para si uma luz em lugares escuros, quando toda a outra luz se extinguir. Lembre-se de Galadriel e do seu espelho" (Irmandade do Anel - pág. 431.) Todos estes presentes tiveram uma importância enorme, pois ajudaram, cada um à sua maneira, a vencer as trevas. 

 Também foi Galadriel que enviou Gwaihir, o Senhor do Vento, procurar Gandalf e levá-lo para Lórien, depois da sua grande luta com o Balrog em Moria. Gandalf passou por fogo e morte, mas o próprio Ilúvatar permitiu que regressasse à Terra Média, para terminar a sua tarefa. Foi em Lórien que Gandalf recuperou, e foi Galadriel que o vestiu de branco. Durante a Guerra do Anel, Lórien foi atacada três vezes a partir de Dol Guldor mas, para além da coragem do povo élfico daquela terra, o poder que lá habitava era tão forte que ninguém o poderia vencer - a não ser que Sauron lá tivesse ido pessoalmente. Apesar do muito mal feito às belas florestas, os ataques foram repelidos e, quando Sauron foi definitivamente derrotado, Celeborn conduziu o exército de Lórien pelo Anduin e tomaram Dol Guldur. Galadriel derrubou as suas muralhas, pôs a descoberto as suas minas e purificou a floresta. E finalmente, após a derrota de Sauron, o tempo dos Elfos e dos Aneis terminara na Terra Média. Galadriel parte finalmente para Ocidente, para a Ilha de Erëssea, com Elrond e Gandalf, Bilbo e Frodo. Chegara a 4ª Era e os dias dos Homens.

Fontes: Encyclopedia of Arda, The Thain's Book, Tolkien Gateway, Valinor